terça-feira, 27 de agosto de 2024

YANESTÊVÃO FUTEBOL CLUBE


YANESTÊVÃO FUTEBOL CLUBE

Sabe você ser o cara pinçado em meio à torcida por aquele jogador que vive fazendo gols e corre para comemorar e dedicar aquele feito a você?

Pois é! Me acostumei muito com isso, já que há quase duas décadas acompanho um desses vocacionados atacantes, o meu primogênito, Estêvão!

Sem favor algum, poderia ter trilhado caminho diferente! Oportunidades apareceram, mas, preferiu, de sua infância até os dias de hoje, iniciar no Vitória, pouco depois rumar para o Pedra da Cebola, de onde migrou, mais regularmente, para o futebol de areia, onde emprestou o seu brilho, primeiramente, ao "Meninos da Ilha", depois ao Rio Branco e, a partir daí, a alguns outros times e seleções municipais, onde, aliás, no momento, se encontra, jogando pela de Vitória, não desconsiderando sua passagem em campeonatos nacionais e até por times internacionais, como o Malvin, do Uruguai.

Ultimamente, porém, venho sentindo a perda de um pouco do meu prestígio, no meio da torcida!

A propósito, quanto a isso, importante fazer outro registro, pois é impossível deixar de realçar, dentre outros momentos futebolísticos, o vívido pelo Estêvão enquanto estudante e atleta da MedUfes!

Viveu intensamente os seis anos, dando um jeito até de estendê-los, encontrando uma brechinha para egresso, residente etc.

Dias de glória nas areias, nos campos, nas quadras, mediante muita intensidade, dribles, gols, títulos,... Enfim, o sentia como se estivesse sempre "em casa", no seu "Allianz Parque" (para quem não sabe, o estádio do Palmeiras, seu time de coração!). A propósito, o Estêvão Segundo (aquele recentemente convocado para a seleção brasileira), seria ainda melhor se tivesse umas aulinhas com o original, o nosso Dom Estêvão Primeiro.

Voltando à perda de um pouco do "meu" prestígio junto à torcida, comecei a sentir isso justamente na época da MEDUFES.

Dentre os vários tipos de comemoração, sentia que aqueles "coraçõezinhos" não eram para mim,... Era a Yana entrando em campo! Uma grande dupla se formando: Estêvão com a imortal camisa 15, Yana com a célebre 10!

Há quase 30 anos eu passei por isto! Comparando com meu filho, eu não jogava nada, mas tal qual ele, naquele fundamental momento da vida, firmei parceria para formarmos o maior e melhor time de nossas vidas: parodiando Jorge Ben Jor, "foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa, que a galera, agradecida, se encantava..."

É isso, Estêvão; É isso Yana! Nunca foram e jamais serão vãs as exortações trazidas em Gênesis, capítulo 2, versículo 24: "O homem deixa seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher e já não são mais que uma só carne"! E vice-versa!

É esse fantástico ciclo da vida que vocês tão maravilhosamente brindam hoje, dividindo conosco, seus seletos convidados, a alegria, o orgulho e o testemunho desse marcante enlace!

Por fim, nesta crônica aberta, o que quero dizer é que eu estou preparado! No recente dia dos pais, quando estávamos na Arena da Praça dos Namorados, você, inspirado, mas talvez ainda em dúvida sobre como comemorar, naquele dia específico, fez tantos gols que dava para comemorar comigo, com mamãe, seus irmãos e, óbvia e primeiramente, com sua agora esposa, Yana! Como fez e o fará por todos os dias de vossas vidas!

Uma transição perfeita!

De agora em diante, um só time, um só coração, uma só alma, UMA SÓ CARNE!

Quanto a mim, ao lado de sua mãe, além dos pais da Yana, reivindicamos apenas a condição de líderes da torcida organizada do Yanestêvão Futebol Clube!

Parabéns e Felicidades! Deus lhes abençoe! A bola está com vocês!